quarta-feira, 20 agosto , 2014
Dieta e Saúde

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A minha criança tem excesso de peso?

O número de crianças obesas continua a crescer. Ao longo das duas últimas décadas, este número cresceu em mais de 50%, e o número de crianças “extremamente” obesas praticamente dobrou. Os médicos e profissionais de saúde determinam se uma criança é obesa medindo o peso e altura. Apesar das crianças registarem menores problemas relacionados com o peso dos adultos, as crianças obesas têm um elevado risco de se tornarem adolescentes e adultos obesos. Por sua vez, os adultos com problemas de peso podem ter várias complicações de saúde, incluindo doenças coronárias, diabetes, problemas de coração, pressão arterial elevada e mesmo certas formas de cancro.

Quais os principais factores para a obesidade infantil?

As crianças podem tornar-se obesas por variadas razões. As mais comuns são factores genéticos, falta de atividade física, padrões de alimentação pouco saudáveis, ou uma combinação destes factores. Em casos raros, um problema do foro médico, como uma desordem endócrina, pode levar a que uma criança se torne obesa. O seu médico pode realizar um exame físico e análises sanguíneas para excluir esta hipótese.

Fatores Genéticos

Crianças cujos pais ou irmãos tenham excesso de peso têm um risco acrescido de se tornarem elas próprias obesas. Apesar dos problemas de peso serem comuns dentro de algumas famílias, nem todas as crianças com uma história familiar de obesidade irão tornar-se também obesas.

Estilo de Vida

Os hábitos alimentares de uma criança e o grau de atividade física desempenham ambos um importante papel na sua saúde e peso. A crescente popularidade da televisão, computadores, consolas de vídeo e outros fenômenos tecnológicos de interação virtual contribuem para a inatividade física e sedentarismo desde tenra idade. O tempo médio que uma criança passa a ver televisão por semana é 24 horas, tempo útil que poderia ser passado a praticar um desporto de exterior ou mesmo de interior.

Como posso ajudar?

Dê-lhe apoio

Uma das coisas mais importantes que pode fazer para ajudar crianças com excesso de peso é comunicar-lhes que para si elas estão bem e que as ama, independentemente do seu peso. Os sentimentos das crianças sobre si próprias baseiam-se muitas vezes nos sentimentos dos próprios pais sobre elas. Se aceitar a sua criança com qualquer peso, elas terão melhores probabilidade de sentir-se bem consigo próprias. É igualmente importante falar sobre a obesidade, e permitir à criança partilhar as suas preocupações consigo, já que é a sua criança quem melhor sabe que tem um problema de peso. Por estas razões, as crianças obesas necessitam de suporte, aceitação, e encorajamento dos seus pais.  

O Foco na Família

Os pais não devem descriminar os filhos e pô-los de parte devido ao peso, mas sim concentrar-se em mudar gradualmente o grau de atividade física da família e os hábitos alimentares. O envolvimento da família ensina todos, não apenas as crianças, a adquirirem hábitos de uma alimentação saudável.

Aumento da atividade física da família

Atividade física regular, em combinação com uma alimentação saudável, é a forma mais eficiente de controlo de peso que existe. É também uma parte fundamental de um estilo de vida saudável. Eis algumas formas simples de aumentar a atividade física da sua família:

• Seja um modelo para a sua criança. Se a criança vê que você é fisicamente ativo e diverte-se ao sê-lo, o mais provável é que imite este comportamento, aprenda a gostar de desporto e continue a praticar desporto ao longo de toda a vida.

• Planeie exercícios conjuntos com vários membros da família, como passeios, dançar, andar de bicicleta ou natação. Por exemplo, pode calendarizar um passeio nocturno com a sua família em vez de passear o serão a ver televisão. Contudo, certifique-se que estas atividades em família podem ser desenvolvidas num ambiente seguro.

• Seja sensível às necessidades particulares da sua criança. Crianças com excesso de peso podem sentir-se pouco confortáveis em participar em determinadas actividades. É fundamental, para desenvolver o gosto pelo desporto, ajudar a criança a encontrar atividades que não sejam particularmente difíceis ou embaraçosas.

• Reduza a quantidade de tempo que você e a sua família passam em atividades sedentárias, como jogos de vídeo, navegar na Internet ou ver televisão.

• Seja mais ativo ao longo do dia e encoraje toda a família a adotar os mesmos hábitos. Suba e desça escadas ao invés de andar de elevador, ou caminhe até ao emprego e deixe o carro em casa.

• O objectivo é não tornar o exercício físico uma obrigação ou algo indesejado, mas antes mostrar como a criança pode divertir-se com isso e fazer dela parte integrante da vida quotidiana.

Ensine à sua família hábitos de alimentação saudável

Uma alimentação saudável desde tenra idade ajuda a criança a olhar para a comida de forma equilibrada e necessária para o crescimento, desenvolvimento e fonte energética.
A melhor forma de começar é aprender mais acerca das necessidades nutricionais da criança através da leitura de livros ou falando com um profissional de saúde, e dar-lhe depois opções saudáveis de alimentação, dando-lhes a possibilidade de escolher o que comer.

Dra Louise Cominato
obesidadeinfantil.med.br
Endocrinologista Infantil Crescimento, puberdade, obesidade

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Amassar uma banana com uma clara de ovos. Assar em frigideira antiaderente. Comer ainda quente.
opcional: bater a clara em neve.

Versão 2:
Misturar 2 colheres de farinha integral com meia colher de café de fermento e acrescentar à banana e clara já misturadas. Levar a frigideira.

Dica: Se for usar óleo, faça com óleo de côco ou de palma.

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- 1/2 scoop de whey baunilha
- 2 colheres de sopa de leite de côco
- 5 pedras de gelo
- 60–100ml de água
- 1 colher de chá de café instantâneo

Bater tudo no liquidificador, acrescentar canela em pó ao servir.

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Nos últimos meses temos assistido à publicação de dezenas de artigos em jornais, revistas e blogues, que sugerem que o consumo de chocolate pode ser benéfico para o coração, o cérebro e que pode até ajudar a perder gordura.

A verdade é que a maioria das pessoas são facilmente influenciáveis por artigos deste género e podem facilmente adotar ou reforçar comportamentos alimentares prejudiciais para a saúde, incluindo a ingestão de alimentos processos, de origem de industrial, tal como biscoitos com pepitas de chocolate, bolos de chocolate, etc…

Quer dizer, o chocolate faz bem à saúde, certo? Até as últimas investigações científicas apontam nesse sentido, não é verdade? Até jornais prestigiados como o NY Times escreveram que o chocolate é um “alimento saudável” (1).

Sim, a ciência afirma que o “chocolate é um alimento saudável!” Mas quando analisamos as coisas com mais atenção, verificamos que o chocolate que realmente faz bem à saúde é muito diferente da maioria do tipo de chocolate que se vende nas superfícies comerciais.

O que as investigações científicas realmente indicam é que, pequenas quantidades de chocolate verdadeiro e possivelmente o chocolate normal enriquecido com quantidades industriais de polifenóis, podem ser benéficos para a saúde. Isto exclui automaticamente 99% do chocolate e dos alimentos que contêm chocolate, que se pode adquirir nos supermercados.

A maior parte do chocolate que se encontra à venda ao público, faz com que as pessoas engordem, se tornem diabéticas, hipertensas e esquecidas. A verdade é que as pessoas engordam e o seu estado de saúde piora quando passam a comer mais chocolate.

O chocolate normal (com leite), com um conteúdo de polifenóis de <5 de ácido gálico e o chocolate preto normal com um conteúdo de <15 de ácido gálico, tem os mesmos efeito promotores da obesidade, que um chocolate pobre em polifenóis. Isto segundo um estudo realizado recentemente (2).

Como pode ver no estudo que indicamos acima, o consumo de apenas 20 gramas de chocolate (pobre em polifenóies) por dia, fez com que os voluntários ganhassem 500 gramas de gordura no final de 4 semanas. A este ritmo, no final de um ano os voluntários teriam tido um aumento de 6 kg de peso.

Este aumento do peso iria aumentar o seu risco de diabetes tipo II por uns notórios 19%, iria duplicar o seu risco de hipertensão e portanto iria aumentar também o seu risco de AVC, problemas cardiovasculares, renais e de demência

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